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O objetivo central do NAPE é o de analisar a conjuntura econômica nacional e internacional. Para tanto, é elaborada, trimestralmente, uma carta de conjuntura, denominada Carta de Conjuntura Econômica do NAPE/PPGE-UFRGS, contendo informações e análises sobre economia mundial, políticas fiscal, monetária, inflação, balanço de pagamentos e nível de atividade econômica, entre outros tópicos. A Carta é apresentada em um seminário, em que são debatidos tópicos atuais de economia.
O NAPE foi criado em 1994, imediatamente após o Plano Real, visando o acompanhamento da conjuntura econômica do referido Plano. O NAPE, inicialmente, era constituído pelos professores Fernando Ferrari Filho, Flávio Fligenspan, Marcelo Portugal e Roberto Camps de Moraes, por alguns alunos do Programa de Mestrado do PPGE/UFRGS e pelos bolsistas de iniciação científica dos referidos professores. Atualmente, os membros regulares do NAPE são os professores Fernando Ferrari Filho, Flávio Fligenspan e Marcelo Portugal, e os bolsistas de iniciação científica.
O acompanhamento e a análise da economia mundial é feita através das principais variáveis que compõe o sistema econômico de cada país, recebendo ênfase os países do G7. Os principais itens são: mercados internacionais, atividade e comércio e economias nacionais.
A análise da política monetária é feita através do acompanhamento dos eventos relevantes na área durante o período considerado e do estudo do comportamento de uma série de variáveis abaixo discriminadas. São efetuadas previsões de curto e médio prazo com cenários prováveis para estas variáveis.
As séries monitoradas são as seguintes:
A análise da política fiscal compreende dois níveis distintos de agregação: federal e estadual. A idéia básica desta distinção é permitir tanto o acompanhamento da execução da política fiscal em nível federal, a fim de inferir daí o comportamento macroeconômico das variáveis relevantes para a análise conjuntural, que é o objetivo central do NAPE. A política fiscal é entendida neste contexto de conjuntura especificamente como o acompanhamento da execução orçamentária do governo. Em termos da União, isso significa acompanhar basicamente a execução do Tesouro Nacional e da Previdência Social. Em termos regionais, deve-se acompanhar a evolução da arrecadação e dos gastos do governo gaúcho mensalmente.
As variáveis básicas para a análise da política fiscal são:
1. Fluxo fiscal:
1.1 Receitas (recolhimento bruto, incentivos fiscais, op. oficiais de crédito, etc.)
1.2 Despesas
1.2.1 Liberações vinculadas (transferências constitucionais, transf. p/ estados e municípios e outras)
1.2.2 Liberações ordinárias (pessoal, encargos sociais, encargos da dívida interna e externa e da dívida mobiliária federal, despesas de custeio e investimento)
1.2.3 Liberações das operações oficiais de crédito e outros
2. Financiamento:
2.1 Receitas (operações de crédito internas, remuneração de disponibilidades no BACEN, etc.)
2.2 Despesas (resgates da dívida mobiliária federal, amortizações das dívidas interna e externa)
Em virtude da importância do processo de privatização, das reforma administrativa e previdenciária, e seus vínculos com as contas públicas, esses aspectos também têm sido tratados no tópico Política Fiscal.
Nesta área são desenvolvidas as seguintes atividades:
As atividades acima são realizadas com base no acompanhamento dos seguintes índices e indicadores: IPCA-E (IBGE), IGPM (FGV), IPC (FIPE), IGP-DI (FGV), IPA-DI (FGV), IPC (FGV), INCC (FGV), INPC (IBGE), IPC (IEPE) e indicadores de política monetária, fiscal e cambial.
O objetivo desta publicação é acompanhar a evolução da solvência externa do país analisando as variações do saldo do Balanço de Pagamentos em suas duas principais contas: Transações Correntes e Conta Capital e Financeira. Uma análise pormenorizada é feita nos itens que compõem essas contas, para se verificar a origem de tais variações. É feita também a análise da posição internacional dos investimentos e da variação de reservas internacionais.
Nível de atividade é um dos capítulos em que convencionalmente se divide a análise de conjuntura. Sua preocupação central é conhecer a magnitude do produto interno bruto, bem como sua taxa de variação.
A produção industrial desempenha uma função importante na explicação do crescimento do PIB. Em consequência, é tratada de modo especial na análise, inclusive com um detalhamento da perfomance dos gêneros e categorias de uso.
Pela sua importância na análise macroeconômica, a variável taxa de investimento é acompanhada com atenção. Os investimentos estrangeiros produtivos desempenham um papel decisivo nesse momento da economia e, por isso, merecem cuidado, assim como as fontes de financiamento, e a classificação dos tipos de investimento (bens de capital nacionais x estrangeiros, construção civil).
As séries de dados acompanhadas são:
Essa importante área de análise trata da questão do emprego, tema polêmico e cada vez mais delicado em todo mundo. A seção deve conter uma análise das taxas de desemprego global e setorial, sua abertura por posição na ocupação e faixas de idade e renda, assim como a evolução dos salários reais.
A análise do mercado financeiro e de capitais é realizada através do reflexo da conjuntura nacional e internacional nas relações financeiras.
As principais séries analisadas são:
Para ler as cartas, é necessário ter instalado em seu computador o plug-in Acrobat Reader.
| Ano | 1° Trimestre | 2° Trimestre | 3° Trimestre | 4° Trimestre |
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| 2012 | - | - | - | |
| 2011 | ||||
| 2010 | ||||
| 2009 | ||||
| 2008 | - | |||
| 2007 | ||||
| 2006 | ||||
| 2005 | ||||
| 2004 | ||||
| 2003 | ||||
| 2002 | ||||
| 2001 |